A origem da ação é o valor superdimensionado de cerca de R$ 1,6 milhão (exatos R$ 1.627.861,00) pela desapropriação de uma área de aproximadamente dois alqueires, o que corresponde ao custo aproximado de R$ 813 mil por alqueire.
O laudo de avaliação que serviu de base para o pagamento da desapropriação foi assinado por Paulo Fernandes Bastos Araújo Jr
.
Na ação popular, ambos pleiteiam a anulação do decreto, considerado lesivo aos interesses da população. “A ação popular visa anular um ato lesivo ao patrimônio público é resguardar os direitos da população. É uma questão de moralidade administrativa. A desapropriação é um escândalo que não pode ficar impune”, disse o advogado Antônio Maurício.Os advogados apuraram junto a vários corretores de imóveis e o valor real de mercado gira em torno de R$ 100 mil por alqueire.
A desproporção entre o valor da desapropriação e outras avaliações não param por aí. No dia 14 de julho de 2010, cumprindo mandado de avaliação pela Justiça, o oficial de Justiça avaliador Luiz Carlos Pontes Filho (matricula 01/7340) avaliou o imóvel em exatos R$ 300 mil. Um outro laudo foi realizado, cuja avaliação total foi de R$ 800 mil.
Então, a juíza Luciana Cesário de Mello Novais indicou ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro que designasse um terceiro perito para uma avaliação definitiva, que não chegou a ser cumprida.
Quebra de sigilo - O pedido de quebra de sigilo é fundamentada, segundo os advogados, para a ampla investigação dos fatos que deram causa à ação pleiteada em juízo. “É um requisito fundamental para se apurar em que circunstância ocorreu esta desapropriação. É um instrumento de investigação para se saber quem se beneficiou deste ato lesivo ao erário do município”, disse. Fonte O Diario
Quebra de sigilo - O pedido de quebra de sigilo é fundamentada, segundo os advogados, para a ampla investigação dos fatos que deram causa à ação pleiteada em juízo. “É um requisito fundamental para se apurar em que circunstância ocorreu esta desapropriação. É um instrumento de investigação para se saber quem se beneficiou deste ato lesivo ao erário do município”, disse. Fonte O Diario
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