
O governo também alega que não faz sentido anular punições ainda não definidas. Considera que, primeiro, é necessário instaurar e concluir as investigações internas sobre o comportamento dos bombeiros acusados.
Para o Palácio Guanabara, a concessão da anistia teria que partir do governo e não de deputados. Aliados de Cabral lembram que o STF anulou uma anistia a funcionários públicos decidida pelos deputados que redigiram a constituição estadual.
Mas Cabral não pretende interferir na proposta de anistia aos bombeiros que está sendo articulada no Congresso Nacional. A medida livraria os militares de eventuais punições em decorrência do processo criminal aberto no Rio.
Deputados integrantes da base de Cabral se queixaram ao governo do comportamento do PT. Para eles, o partido — que comanda duas secretarias estaduais — não tem agido de forma solidária na crise dos bombeiros. “O PT nunca entra em bola dividida”, reclama um peemedebista.
O governo vai lutar contra novos reajustes salariais aos bombeiros — teme o impacto no orçamento, já que a medida atingiria funcionários ativos e inativos, além de pensionistas, de toda a área de segurança. Como o Informe havia antecipado, insistirá na criação de uma gratificação, que poderia ficar limitada a soldados e cabos. Os deputados governistas ainda guardam uma carta na manga: a concessão do vale-transporte. O Palácio Guanabara autorizou o benefício. (Postado via IPad)
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