"SECRETÁRIO DA FERRARI" AGORA EM CAMPOS

Depois de membros da CBF - inclusive Ricardo Teixeira - indicarem o Secretário de Fazenda do prefeito provisório Rafael Diniz, agora a vez é do futuro secretário de obras da cidade.

CHORORÔ DE RAFAEL DINIZ

O prefeito eleito provisoriamente na cidade de Campos, Rafael Diniz, antes de tomar posse já iniciou aquele chororô de sempre.

TSE REVOGA TODAS AS PRISÕES DO PROCESSO DO CHEQUE CIDADÃO EM CAMPOS

O Tribunal Superior Eleitoral revogou no ultimo dia 6 de Dezembro...

A NOVA ELEIÇÃO E A BOLSA DE APOSTAS NO CALÇADÃO

Os escândalos alavancaram a bolsa de apostas no centro da cidade. Trata-se do Pedido de Investigação pelo Ministério Público e pela Polícia Federal envolvendo o empresário Herbert Sidney Neves...

O DRAMA QUE PASSAM OS SERVIDORES INATIVOS DO ESTADO É GRAVE

Evidente a crise que atinge a economia do Estado do Rio de Janeiro. Ao que parece, é uma das mais dramáticas do país.

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MOVIMENTOS ARTICULAM ATO CONTRA CONCESSÃO DA GLOBO


Cresce nas redes sociais um movimento convocando manifestações em todo o Brasil pelo fim da Rede Globo. O objetivo é pedir a cassação dos direitos de transmissão da TV dos Marinho. O protesto está agendado para ganhar as ruas no dia 1º de abril em frente aos prédios da emissora no país. A data foi escolhida por ser o Dia da Mentira e a data de início do golpe militar de 1964, apoiado pela Globo. Já há também um abaixo-assinado contra a emissora na internet. 
A cassação da concessão de uma emissora é um processo simples, que pode ser feito por qualquer cidadão, instituição ou sindicato, perante a constituição  É feito e protocolado o pedido e enviado a presidente da República ou ao ministério das comunicações e quem dá a palavra final é o ministro das comunicações. Os motivos devem ser descritos e claros, e a decisão não pode ser recorrida.
No Facebook, mais de 11 mil pessoas confirmaram presença nos atos (leia aqui).
E neste link há um abaixo assinado pelo fim da concessão da Rede Globo. 


Fonte: Brasil 247

OS CAMPISTAS COM CONTAS NO EXTERIOR


Tem dado pano pra manga as disputas no centro da cidade sobre os nomes e o valor que os campistas endinheirados tem em contas na Suíça no famoso escândalo do 'Swiss leaks'. A discussão mas frequente não é o que vai dar para cada um, porque todo mundo sabe que isso vai dar cana. A curiosidade da galera é saber o valor. 

É verdade que existem outras vertentes que questionam o local onde esse pessoal deve cumprir pena, se na casa de custódia ou em um desses presídidos Federais que dão mais fama ao interno, resumindo, se a República não cair tem muita gente para ser presa. 

A lista que corre no centro da cidade tem políticos, empresários e até pessoas bem sucedidas na cidade. Mas aí fica uma pergunta, o que faz uma pessoa querer dinheiro no exterior? A vida é tão curta se eu tenho dinheiro, o máximo que eu posso fazer é botar no banco para fazer os meus provimentos diários. Sinceramente, não dá para entender algumas pessoas quererem acumular fortunas no exterior. 

No passado era chique ter uma conta numerada na Suíça. Coisa de milionário aventureiro. A lista completa com os nomes das pessoas já está guardada e será divulgada, em todo mundo, nas próximas 72 horas. 

Podem anotar!

AS MENINAS DE GUARUS - Capítulo II


AS MENINAS DE GUARUS - Capítulo II

Nelson Nahim pode se dar muito mal nesta tentativa de politizar um caso que é eminentemente Policial. Segundo o Ministério Público os encontros de Nahim com ‘Barbie Girl’ aconteciam de forma habitual e rotineira. Segundo uma outra adolescente, de nome Jéssica, afirmou a Polícia já ter atendido o telefone onde uma voz dizia: “É NAHIM, MARCELLY ESTÁ AÍ, FALA COM ELA QUE É NAHIM”, em seguida a menina de 15 anos, loira, de cabelo cacheado, lente de contato verde saía para programas sexuais com Nahim que a época ocupava o cargo de Prefeito Interino de Campos. Ainda segundo a adolescente Jéssica em seu depoimento prestado ao MP e a Policia, ela presenciou Nelson Nahim buscar Marcelly na casa em Custodópolis onde ficavam aprisionadas e só saíam para atender aos clientes contratados por um policial que as mantinha em cativeiro e permanentemente drogadas. 

Tudo isso consta da Denuncia e muito mais... 


Daqui a pouco vou contar onde era o local preferido para a realização dos programas sexuais do Ex-Vereador...    

AS MENINAS DE GUARUS - Capítulo I


AS MENINAS DE GUARUS - Capítulo I

Longe de mim querer fazer julgamento, mas não achei uma boa estratégia de Nelson Nahim tentar desqualificar o Ministério Público. Quem conhece a denúncia sabe que a coisa para o lado dele está muito feia. Como vocês sabem tenho muitas divergências com Roberto Henriques, mas nesse caso sou obrigado a concordar com ele, Nahim quer se fazer de vítima quando as vítimas são as meninas e não ele. 

Um amigo me passou as 25 páginas da Denúncia do Ministério Público, são um verdadeiro filme de terror. No caso específico de Nahim sua tentativa de tornar o caso político é insustentável, "uma das vitimas Marcelly Ingrid de Souza, conhecida como ‘Barbie Girl’,  de 15 anos de idade era conhecida como a 'A favorita' segundo o Ministério Público porque era a preferida do denunciado Nelson Nahim e o telefone dele estava gravado na agenda do celular dela”.  Será que alguém pode dizer que isso é perseguição política." 


Daqui a pouco conto mais detalhes...

REJEIÇÃO??? POR QUE O POVO AMA O GAROTINHO!?



Campista: nem fiado, nem à vista. Essa era a principal maneira de se referir à cidade de Campos 40 anos atrás. Só se associava Campos a coisas boas quando o assunto era chuvisco, goiabada ou melado. Uma cidade cujas raízes das classes dominantes se estabeleceram em terra fértil de preconceitos sociais e exploração da mão-de-obra. Uma cidade onde um pequeno grupo de ricos explorava a massa pobre, ávida por uma liderança capaz de conduzi-la e orientá-la à liberdade.

Liberdade esta que os pobres, sofridos, duvidavam ser-lhes possível. Liberdade esta que alguém precisava lhes apresentar a ela, tal como fez Moisés com o povo hebreu escravizado pelos egípcios.

Assim foi que surgiu Anthony Garotinho. Defendendo essa gente pobre, humilde, trabalhadora, honesta, que mesmo diante das mais aviltantes injustiças, ao fim de cada dia, agradecia a Deus pelo pão que meava com a família. Garotinho foi a voz que falou alto em Campos contra os opressores. Foi a voz que tentaram, a todo custo, calar. No rádio, ele representava a esperança. Era o companheiro fiel das donas de casa. E o irmão mais próximo do trabalhador. 

Garotinho levantou a cabeça do povo pobre de Campos, antes escravizado e oprimido pelos industriários da cana-de-açúcar. E se por um lado o poder dos grupos econômico da cidade agia para silenciá-lo no rádio, Garotinho conquistava o mais precioso bem que um comunicador pode ter em sua vida: audiência e credibilidade.

Desde o seu tempo de radialista, Garotinho escolheu estar ao lado das pessoas que mais precisam. E foi com essas pessoas que ele dividiu miséria, mas também esperança. 

Garotinho fez o povo romper com o modal servil de subserviência e humilhação. Fez o povo compreender que os seres humanos são iguais e que assim merecem ser tratados e respeitados. Garotinho foi a voz do povo em coro, clamando por direitos.

Com o ideal de mudar Campos, Garotinho foi eleito prefeito em 1988. Sendo escolhido o melhor prefeito do Brasil. Quem lhe deu este título não foram os empresários, os grupos econômicos. Foi o povo. Um título que teve ressonância em todo país. Em 1994, Garotinho foi candidato ao governo do Estado do Rio. Resistindo aos poderosos até o segundo turno. Em 1996, retornou à prefeitura de Campos. Em 1998, renunciou após o consentimento de mais de 90% dos eleitores da cidade, que apoiaram o seu projeto de ser candidato ao governo do estado. 

O povo de Campos tinha razão. Garotinho tinha que ser governador. E assim foi. Ao fim do seu mandato, com aprovação espetacular, Garotinho sai do governo para tentar ser presidente do Brasil. Teve 16 milhões de votos, foi o 3° colocado, enfrentando Lula e José Serra, este candidato da máquina do governo federal. Mas elegeu sua esposa, Rosinha Garotinho, no primeiro turno para o governo do RJ vencendo em todos os 92 municípios. 

De 2002 a 2010, Garotinho não foi mais candidato a nada. O ex-Governador voltou a sua profissão, apresentou programas de rádio e presidiu partidos políticos. Mesmo assim, em 2010, ele é eleito o Deputado Federal mais votado da história do Estado do Rio de Janeiro, com quase 700 mil votos. 

Como pode ter rejeição um político, que reverte de negativa para positiva a imagem de Campos como cidade; que conquista 16 milhões de pessoas no Brasil, que elege a esposa em primeiro turno para governar o segundo estado mais importante do país; e que até hoje é o deputado federal mais votado da nossa história?

A resposta é muito simples: Garotinho não tem o perfil dos grupos econômicos que transigem com os corruptos tradicionais da política. É só olhar, as tantas figuras simples da política no estado, que só chegaram ao poder porque Garotinho e Rosinha foram pra rua pedir votos para eles. Muitos o usaram, e depois se aliaram aos poderosos rejeitando Garotinho. É só olhar os grupos econômicos que se relacionaram com o governo Cabral-Pezão de 2007 pra cá. Em quanto foram favorecidos sob o pretexto da Copa e das Olimpíadas. 

As pessoas que rejeitam Garotinho são as mesmas que fingem não ver a miséria nas ruas; as que não sofrem com o mau atendimento nos hospitais. São as que andam em seus carros, com ar condicionado, ignorando os milhares de trabalhadores que se amontoam nos transporte coletivos. São os que moram em condomínios de luxo e que entendem que pobreza é uma doença que precisa ser combatida exterminando os pobres, e não transpondo as pessoas de classe.

Quem rejeita Garotinho é quem não admite gente humilde em shopping center. É quem muda de calçada quando depara com um negro na rua. É quem faz ânsia de vômito ao ver uma criança maltrapilha resfriada. É quem acha que empregados domésticos e subalternos devem andar em elevador de serviço.

Quem rejeita Garotinho são aqueles que não compreendem o alcance social de suas políticas. São aqueles que concordam que as mães que moram em favelas são fábricas de produzir marginais. 

Mas que rejeição é essa? Como pode alguém, que surge do nada, que desponta de uma cidade mal vista do interior para todo Brasil, ter uma rejeição tão imensa? O que justifica uma rejeição deste tamanho senão o interesse dos grupos econômicos de não ter alguém no poder defendendo os menos favorecidos?

Se esses magnatas, historicamente, foram capazes de escravizar da colonização ao império; foram capazes de conspirar na República; e capazes de matar na ditadura, você não acredita que eles sejam capazes de mentir, de forjar, de induzir a erro e, principalmente, de enganar?

Por isso voto Garotinho 22!!!

A DITADURA DA GLOBO - Parte II


Policia Civil para acompanhar troca de namorado de manifestante merece repúdio da população.

Todos os detentores de mandato eletivo procuraram saber qual a verdadeira pauta de reivindicações das grandes manifestações de junho de 2013.


Enquanto os políticos procuravam uma saída para resolver o caso sem resolver o caso, a Globo, com a milionária verba publicitária do Palácio Guanabara – leia-se, Cabral e Pezão – iniciou uma cruzada de informações falsas.

Primeiro a Globo começou a tentar convencer as pessoas de que participar da manifestação era perigoso.


Depois, sorrateiramente, o Governo do Estado começou a agredir aos manifestantes que compareciam a qualquer ato.


O modus operandi consistia no seguinte critério: após aferir o público acima de 500 pessoas, a Globo ia pro local e dizia que tinha cem pessoas.


E a polícia, por sua vez, removia os manifestantes sem qualquer fundamento plausível, com balas de borracha e spray de pimenta. Era também usado o infiltrado da polícia para iniciar depredações e colocar na conta dos manifestantes. O circo estava montado. E desta forma passou a criminalizar o manifestante e as manifestações para afastar o povo das ruas.


A prova disso é que o noticiário da Globo coagia às autoridades judiciárias paracriar um clima de hostilidade com os manifestantes, como se manifestação fosse caso de polícia.


Iniciou um verdadeiro regime de segregação a todo aquele que fizesse oposição ao regime de governo de Cabral e Pezão. Regime de Governo também dela, aquela que nunca mudou de lado. O dinheiro muda de mão mas ela sempre está do lado dele: a Globo.


A estratégia da Globo é proteger a FETRANSPOR, os empresários de ônibus, os empreiteiros do Estado e os corruptos de plantão. Enquanto isso, os jovens manifestantes passaram a ter a sua liberdade ambulatorial segregada em colisão frontal com os direitos e garantias individuais contidos na Constituição Federal.


A Polícia do Estado do Rio é usada para proteger os corruptos que financiam seu grupo político. Os personagens aparecem de guardanapo na cabeça na Europa ou pagando pensão alimentícia com propina oficializada na tribo global. Esse


é o caso do deputado Federal Rodrigo Bethlem, financiado por verdadeiros monopólios de empresários de ônibus do Rio de Janeiro.


A ditadura da Globo é tão ridícula, que o desembargador que concedeu liberdade aos manifestantes presos passou a ser a bola das vez de seus ataques, com claro constrangimento a qualquer membro do judiciário que pudesse contrariar os interesses de seus aliados. Essa é a regra da Globo.


Então, quem são os manifestantes sorteados para serem encarcerados? Pela ordem, aqueles que participaram do “Ocupa Cabral” em junho de 2013, onde até os moradores do Leblon pediam para que Cabral se afastasse do bairro e da cidade ante ao constrangimento e desgaste que estava trazendo para o bairro.


Houve então vingança da turma do Jardim Botânico e da república do Leblon contra os jovens que lutavam para que a vida pública fosse mais respeitada. Os manifestantes passaram a ser perseguidos políticos do estado sob o comando da Rede Globo e suas afiliadas.


Os jovens manifestantes agora, através da polícia, com grampos e as formas mais constrangedoras de privar a liberdade individual, tiveram até seus relacionamentos íntimos monitorados por uma investigação da Polícia Civil que era sigilo apenas para a justiça.


Mas os conteúdos de gravações criminosamente editadas eram notícias no Jornal Nacional diariamente, criando na população verdadeiro pavor daqueles que foram às ruas e estão lutando por dias melhores, estando os mesmos sem poder se comunicar até mesmo com seus familiares, sempre com a utilização do aparato policial do estado com irrestrito e total apoio da Rede Globo e suas afiliadas, como se não existissem outros crimes no Rio para serem investigados pela polícia civil.


Colocar a policia Civil para acompanhar troca de namorado de manifestante merece censura até mesmo do Ministério Público e do Poder Judiciário porque essa é uma das formas de segregação do abuso do poder dos meios de comunicação cujo monopólio é da Globo.


Como admitir a prisão de manifestantes quando Fernando Cavendish, da Delta, e os demais meliantes que vêm sangrando os cofres do Estado não tem contra si um só mandato de prisão e muito menos um inquérito policial.


Será que a Globo não se constrange perante a classe intelectual por isso tudo que está fazendo com o povo brasileiro? Qual será o dia em que a Globo e seus diretores irão pagar por tudo de mal que estão fazendo ao país desde a ditadura de 64 para consolidar seu monopólio de informação de forma dura e cruel? A manifestação foi por ela rotulada como crime hediondo.


O pior é que pessoas com opinião deformada ainda acreditam nesses enlatados que são produzidos pela Rede Globo. Esta tem seus privilégios bancados e maquiados com recursos dos cofres do Estado do Rio de Janeiro, sob o comando da dupla Cabral e Pezão. Entre eles, o maior instrumento de fraude: uma agência de publicidade tentando dar manto de legalidade ás suas trapaças.

O DIREITO DE NASCER E O CRIANÇA ESPERANÇA


A Globo abriu uma investigação para segregar todos aqueles que possam nascer ganhando enxoval.

Como se não bastasse o regime da Globo, parece que as empresas de comunicação, após tentarem censurar o direito de manifestantes namorarem, agora estão tentando impor regras no direito de nascer. 

O direito de nascer foi há anos uma novela que era transmitida pela Rádio Nacional. A Globo abriu uma investigação para segregar todos aqueles que possam nascer ganhando enxoval. E pra onde 
mesmo vai esse dinheiro do Criança Esperança? É provável que o pessoal da Globo queira decidir como e onde alguém pode nascer. 

Agora vocês já sabem que, antes de nascer, tem que combinar com a Globo e a Jornalista Maiá Menezes, escalada pelo jornal O Globo para criar balizas para o nascimento de crianças no Estado do Rio de Janeiro. 

A Globo guarda uma certa semelhança com o Rei Herodes ao tratar a infância e procurar marginalizar a pobreza. É o vale tudo para levar a cabo a proteção à candidatura de Pezão naufragada na rejeição de quase toda população do Rio de Janeiro.

O PATRULHAMENTO IDEOLÓGICO DA GLOBO.


Ser pobre não é crime. E muito menos é crime pedir votos em comunidades. A descrição da população e do dia a dia das comunidades muda de acordo com a conveniência da emissora. E aí não se sabe quando a Globo está mentindo: antes, durante ou depois. Ou o tempo inteiro.

Como se não bastasse sua ditadura interna, a Globo agora passou a investigar quem está apoiando quem na corrida ao Palácio Guanabara.

Está interceptando mensagens e atacando eleitores que estão em dia com suas  obrigações eleitorais.

Todo mundo sabe que o voto é secreto, bem como o direito à livre manifestação, inclusive de pedir votos.

Todo mundo tem o direito de pedir votos. Claro, dentro das regras das leis eleitorais. Pois é, a Globo decidiu criminalizar a pobreza sob o argumento de que “quem não vota em Pezão é miliciano ou traficante.” Basta ler as matérias publicadas pelo jornal para ver a exaltação do candidato Pezão. E, ao mesmo tempo, criando uma segregação aos candidatos que entram nas comunidades menos favorecidas.

É muitíssimo provável que, no asfalto, existam bandidos na mesma proporção do que nas comunidades carentes.

Ser pobre não é crime. E muito menos é crime pedir votos em comunidades pacificadas ou não. Até porque, o próprio Estado e a Globo, até bem pouco tempo atrás, vendiam a idéia de que a vida nessas comunidades era um verdadeiro mar de rosas.


De repente surge uma nova versão. E aí não se sabe quando a Globo está mentindo: antes, durante ou depois. Ou o tempo inteiro.
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