"SECRETÁRIO DA FERRARI" AGORA EM CAMPOS

Depois de membros da CBF - inclusive Ricardo Teixeira - indicarem o Secretário de Fazenda do prefeito provisório Rafael Diniz, agora a vez é do futuro secretário de obras da cidade.

CHORORÔ DE RAFAEL DINIZ

O prefeito eleito provisoriamente na cidade de Campos, Rafael Diniz, antes de tomar posse já iniciou aquele chororô de sempre.

TSE REVOGA TODAS AS PRISÕES DO PROCESSO DO CHEQUE CIDADÃO EM CAMPOS

O Tribunal Superior Eleitoral revogou no ultimo dia 6 de Dezembro...

A NOVA ELEIÇÃO E A BOLSA DE APOSTAS NO CALÇADÃO

Os escândalos alavancaram a bolsa de apostas no centro da cidade. Trata-se do Pedido de Investigação pelo Ministério Público e pela Polícia Federal envolvendo o empresário Herbert Sidney Neves...

O DRAMA QUE PASSAM OS SERVIDORES INATIVOS DO ESTADO É GRAVE

Evidente a crise que atinge a economia do Estado do Rio de Janeiro. Ao que parece, é uma das mais dramáticas do país.

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UM "CHUTE" NO ARTIGO 257 DO CÓDIGO ELEITORAL


Assim escreve o jornalista Roberto Barbosa sobre a decisão do juiz Ralph Manhães, que impediu a posse de seis vereadores em Campos

Em uma única postagem no portal VIU ONLINE, o jornalista Roberto Barbosa espezinha a mediocridade que assola a mídia de Campos e crítica de forma bem humorada a decisão do juiz da 100ª Zona Eleitoral Ralph Manhães, que nesta segunda-feira (19/12), impediu a diplomação de seis vereadores eleitos. 

A decisão, segundo o jornalista, é um “chute no parágrafo segundo do artigo 257 do Código Eleitoral”. 

“Fato sui generis: não há condenação nem de primeira instância contra os seis vereadores. O que fundamentaria uma decisão tão açodada? O único elemento de convicção é que no direito isso não se ampara”, escreve o jornalista. 

Confira o texto na íntegra abaixo ou no site clicando AQUI:

QUANDO O DIREITO é seduzido pela mídia 

A impedir diplomação de seis vereadores eleitos, juiz de Campos dos Goytacazes produz efeito midiático, mas “chuta” o Código Eleitoral 

Como jornalista político interessado na cobertura de todo o Norte Fluminense, quero agradecer imensamente ao juiz da 100ª Zona Eleitoral de Campos dos Goytacazes, Ralph Manhães. 

Numa segunda-feira (19/12) morna, sem grandes acontecimentos regionais, com as redações imersas em diplomação de prefeitos e vereadores eleitos (algo extremamente chato e repetitivo), este magistrado nos presenteou com o fato do dia. 

Deu um “chute” no parágrafo segundo do artigo 257 do Código Eleitoral e impediu a diplomação de seis vereadores eleitos no município. 

O fez poucas horas antes da cerimônia no Teatro Municipal Trianon com mobilização da Polícia Federal e todo o estardalhaço necessário para ganhar o noticiário. Nero entrou em êxtase e diante de uma mídia nativa que virou assessoria, o digníssimo magistrado deitou e rolou. 

Por decisão judicial, foram impedidos de tomar posse os vereadores Linda Mara Silva, Jorge Rangel, Thiago Virgílio, Kellinho, Miguelito e Ozéas, todos acusados de se beneficiar do programa Cheque Cidadão durante as eleições. 

Fato sui generis: não há condenação nem em primeira instância contra os seis vereadores. O que fundamentaria uma decisão tão açodada? O único elemento de convicção é que no direito isso não se ampara. É como se o magistrado, por exemplo, impedisse a diplomação do prefeito eleito Rafael Diniz (PPS) por ser réu em Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que estão em curso. É algo, portanto, surreal à luz do ordenamento jurídico.

A maior parte dos especialistas em direito eleitoral que consultei sobre o tema é unânime em manifestar surpresa diante de uma decisão desta magnitude, até porque, em caso de condenação, os réus só perderiam o diploma depois do processo transitado em julgado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

COLISÃO DE PODERES PODE TER CONSEQUÊNCIAS JURÍDICAS


A eleição do Vereador Rafael Diniz para a Prefeitura de Campos e o exercício de seu Mandato de vereador nos últimos dias tem se transformado em verdadeira colisão entre o Poder Executivo e Legislativo.

É que, ainda que provisoriamente, o Vereador Rafael Diniz representa o Poder Executivo nas próximas horas. A sua presença e participação de forma belicosa no parlamento criou no dia de hoje, 16/12/2016, na sessão extraordinária da Câmara, sérios e graves constrangimentos, até mesmo pelo temor reverencial entre ele e seus pares.

É que as cenas que foram vistas hoje podem ter sérios desdobramentos judiciais. O que se viu hoje foi a interferência do Executivo dentro do Legislativo. Ou Rafael ainda não acreditou que vai ser Prefeito?

URGENTE: ROSINHA PROVA QUE RAFAEL QUER ENGANAR OS SERVIDORES


A prefeita Rosinha Garotinho está enviando neste momento um documento ao Presidente da Câmara Edson Batista com os seguintes argumentos:

"O PreviCampos tem disponibilidade financeira de 1 bilhão  de reais e é considerado um  dos fundos com maior liquidez  do país. A necessidade não é para o momento apenas para que os funcionários da prefeitura não venham daqui  a vinte anos passar pelo dissabor que os funcionários do estado estão vivendo hoje por falta de responsabilidade da gestão CABRAL/PEZÃO.

As mentiras tem sido a tônica de uma mídia manipuladora que fala em rombo que não existe e chega a afirmar que desejo penhorar imóveis para pagar dívida, o que não corresponde a verdade. Apenas propus um acerto do cálculo atuarial futuro. Diante do exposto peço a gentileza  do Senhor Presidente de retirar da pauta de votações do projeto por mim enviado, pois a história registrará em seus anais quem faltou com a verdade aos servidores." 

Prefeita Rosinha Garotinho.


LEIA ABAIXO NA INTEGRA:
Clique na imagem para ampliar

A FOLHA DA MANHÃ FALTA COM A VERDADE


Diferentemente das outras vezes, desta vez o blog vai absolver a Folha por ter faltado com a verdade. A explicação é simples: ninguém é obrigado a fazer prova contra si.

Como a Folha e seus diretores são investigados no processo Eleitoral, evidente o seu interesse em diminuir a magnitude do Processo.

Na verdade, no dia 7 de dezembro do ano em curso a Coligação Frente Popular progressista de Campos, Thiago Virgílio Teixeira de Souza e Luiz Eduardo de Campos Crespo ajuizaram Ação de Investigação Judicial Eleitoral contra Rafael Diniz, Conceição Sant´anna, Coligação Campos Vai Ser Diferente, Herbert Sydney neves, Aluysio Abreu Barbosa, Diva dos Santos Abreu Barbosa, Christiano Abreu Barbosa, Paulo Murillo Dieguez, Luiz Marcello Faria Dieguez, Ronaldo de Oliveira Grain, Jornal Terceira Via, Inatituto de Medicina Nuclear e Endocrinologia ( Hospital Dr. Beda), Jornal Folha da Manhã (Plena Editora Gráfica), Pró-4 Pesquisa e Mídia LTDA e Bar do Ovo.

Trata-se do Processo nº 0000726-44.2016.6.19.0076, que tramita pela 76ª Zona Eleitoral de Campos dos Goytacazes.

O processo ainda não tem sequer juiz designado, em razão do impedimento revelado pelo Dr. Heitor Campinho, Titular daquela Zona Eleitoral.

Logo, esse processo jamais foi arquivado. Na verdade sequer foi despachado - salvo se a Folha da Manhã for detentora de informação estranha ao processo.

Ao que parece, por decisão de 1ª instância, foi arquivada uma notícia crime cujo noticiante é o Ex Governador Anthony Garotinho.

A AIJE movida contra Rafael Diniz e os demais investigados contém fatos gravíssimos, como abuso dos meios de comunicação, do poder econômico, bem como doação de campanha indevida - artigo 30- A da Lei Eleitoral.

Notei que alguns blogueiros estão curiosos para saber por que o bar do ovo é parte nesta AIJE.

O blog teve conhecimento de que o dono do bar é membro do partido Verde e deu um churrasco para Rafael Diniz no seu estabelecimento, constituindo, assim, conduta vedada pela Lei Eleitoral e Resolução, tendo como consequência a cassação da chapa de Rafael Diniz.

Diferentemente da Folha da Manhã, o blog não sabe qual será o resultado de processos antecipadamente. Nem em Campos, Rio ou Brasília.

MOVIMENTOS ARTICULAM ATO CONTRA CONCESSÃO DA GLOBO


Cresce nas redes sociais um movimento convocando manifestações em todo o Brasil pelo fim da Rede Globo. O objetivo é pedir a cassação dos direitos de transmissão da TV dos Marinho. O protesto está agendado para ganhar as ruas no dia 1º de abril em frente aos prédios da emissora no país. A data foi escolhida por ser o Dia da Mentira e a data de início do golpe militar de 1964, apoiado pela Globo. Já há também um abaixo-assinado contra a emissora na internet. 
A cassação da concessão de uma emissora é um processo simples, que pode ser feito por qualquer cidadão, instituição ou sindicato, perante a constituição  É feito e protocolado o pedido e enviado a presidente da República ou ao ministério das comunicações e quem dá a palavra final é o ministro das comunicações. Os motivos devem ser descritos e claros, e a decisão não pode ser recorrida.
No Facebook, mais de 11 mil pessoas confirmaram presença nos atos (leia aqui).
E neste link há um abaixo assinado pelo fim da concessão da Rede Globo. 


Fonte: Brasil 247
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